O preço que se paga

Tudo tem um preço! Muitos de vocês que estão lendo este texto identificarão esta frase. Muito provavelmente alguém já falou ou mesmo vocês em determinada situação já falou a alguém. 
Quando optamos por um estilo de vida, em seguir algo em que acreditamos como o melhor, que pensamos ser o melhor para nós ou mesmo para nossos filhos(as), marido ou esposa, namorado(a), estamos fazendo uso de nosso livre arbítrio, o que quer dizer que estamos fazendo uso da nossa livre escolha.
 
Agora pensem comigo. Se estou fazendo uso de meu livre arbítrio para “beneficiar” uma outra pessoa, quer seja filho, cônjuge, namorado, mãe, pai ou outra pessoa qualquer é bom que lembremos do preço a pagar. E sendo esse preço geralmente alto, muito alto, ou seja, pra ficar mais claro, pagamos com a nossa vida. Abrimos mão daquilo em que acreditamos, gostamos e que nos faz feliz em detrimento do outro achando que assim é o melhor, e que têm o controle da felicidade alheia e, mais ainda, a garantia que isso será o melhor para todos. Ledo engano. Ninguém suporta viver sem aquilo que o deixa feliz por muito tempo. Por alguns dias, meses até pode, mas chegará um determinado momento que o seu corpo lhe dirá que alguma coisa não está bem, e aí você verá o preço que está ou estará pagando pela sua escolha.
 
Agora vêm a pergunta: Há solução para isso? Claro que há, sempre enquanto vida tivermos. Se a escolha que fez te trouxe até o momento mais tristeza que alegria, se te trouxe mais doença que saúde, mais insatisfação que plenitude, está na hora de você readequar as suas escolhas. As situações poderão levar algum tempo para se estabilizarem, mas não será uma eternidade sem fim, porém quando se faz a escolha baseado em seus pontos de vista, naquilo em que você acredita ser o melhor pra você, com toda a certeza, tudo se alinhará e se você estiver feliz tudo a sua volta fluirá bem e você atrairá pessoas com afinidades compatíveis as suas.
 

Espero que o texto tenha deixado uma interrogação positiva, e com ela venha a reflexão sobre a vida, o quanto a vida é importante e que não devemos abrir mão de vivê-la da forma mais plena!
 

Obrigada pelos instantes que investiu na leitura desse texto.
 


Um forte abraço, 
Martha Daud

* Texto originalmente publicado em 39/04/09.


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