"Que me desculpem as feias, mas beleza é fundamental" (Vinícius de Morais)
Será que temos que ter o padrão da moda que vigora e muda a cada momento para ser bela?
Todas devem ser esguias (ou seja, bem magras), cabelos lisos, os dentes brancos e perfeitos etc etc etc?
Agora vocês irão se assustar com o que estou escrevendo, mas o poeta estava certíssimo.
Poxa, agora a Martha “pirou”, viajou na maionese, pisou no tomate ou qualquer outro termo da gíria contemporânea que traduz um contrassenso. Mas eu explico, podem se acalmar. A beleza que se traduz nessa frase ou no sentido mais amplo da palavra é a beleza d’álma.
É aquilo que se sente e acaba por se traduzir e refletir para os outros.
É ser uma pessoa “gostosa” de se conviver.
É se respeitar e com isso saber o que é respeito e respeitar o outro.
Não é apenas ser a gostosona do pedaço, com bumbum grande e seios fartos (mesmo que sejam de silicone). Isso pode até abrir algumas portas, mas não as mantém abertas.
A mulher deve se cuidar claro, mas não se ater ao cabelo, pernas, rosto procurando os cremes e os tratamentos mais modernos, mas cuidar-se principalmente internamente, sentir-se em consigo mesma, que com toda certeza exalará uma energia tão boa que irradiará uma beleza indescritível.
E pra terminar realmente “que me desculpem as feias, mas beleza é fundamental”.
Um forte abraço,
Martha Daud
* Texto originalmente publicado em 25/09/08.



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