Quais são os grilhões que te prendem?
Observo com relativo espanto histórias que se repetem com muita frequência, infelizmente. Me pergunto o que leva uma pessoa a se submeter a relacionamentos “doentes”. Será que é como aquele jargão “TÁ RUIM, MAS TÁ BÃO”?
Por que não se permitir uma chance de viver bem, respirar novos ares, fazer o
que se tem vontade sem ter que arrastar uma bola de ferro nos pés, fazendo uma
analogia aos tempos da escravatura.
Conviver com o mais ou menos quando se pode ter uma vida por inteiro e não ter a força, a coragem de se fazer feliz? Difícil, você que está passando por isso neste momento, mas com empenho não será impossível. Temos direito a escolha e se achamos que somos responsável por todo o mal ou bem em relação aos outros, ledo engano. Não temos todo este poder! Ahhh, mas não temos mesmo!!! Não temos porque cada um tem o seu direito à livre escolha, ao tão falado livre arbítrio, e neste sentido no que diz respeito aos “outros” nada poderemos fazer.
Vou parando por aqui na certeza de que cada um que aqui chegar faça uma reflexão de sua vida entre a vida do “outro” e a sua. E lhe faço uma pergunta: Quais são os grilhões que te prendem?
Conviver com o mais ou menos quando se pode ter uma vida por inteiro e não ter a força, a coragem de se fazer feliz? Difícil, você que está passando por isso neste momento, mas com empenho não será impossível. Temos direito a escolha e se achamos que somos responsável por todo o mal ou bem em relação aos outros, ledo engano. Não temos todo este poder! Ahhh, mas não temos mesmo!!! Não temos porque cada um tem o seu direito à livre escolha, ao tão falado livre arbítrio, e neste sentido no que diz respeito aos “outros” nada poderemos fazer.
Vou parando por aqui na certeza de que cada um que aqui chegar faça uma reflexão de sua vida entre a vida do “outro” e a sua. E lhe faço uma pergunta: Quais são os grilhões que te prendem?
Um forte abraço,
Martha Daud



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