Qual a sua crença?
Somos o que cremos, somos o que acreditamos,
baseados em muitos conceitos que nos são transmitidos incutidos
desde a mais tenra idade pelos nossos pais, avós, professores. E será que eles
estavam errados no que fizeram? Podemos condená-los sumariamente ou até mesmo
criticá-los de uma forma não positiva?
Eu lhes digo que não. Até mesmo porque fizeram o que de melhor tinham dentro de si e o fizeram na expectativa de que seriamos melhores do que eles.
Transmitiram, passaram, incutiram o que conheciam e acreditavam.
E será que é o mais correto? O mais garantido? Muito provavelmente não. Mas claro não houve intenção, por isso não há o “dolo”. Fizeram, e eu repito aqui o que lhes era o mais correto possível dentro das regras vigentes da sociedade na qual viviam, o mais correto dentro das crenças que tinham, porque é ela (a crença) que nos direciona, nos movimenta e se assim é, porque então não realinharmos as nossas crenças àquelas que aprendemos, afinal de contas e com quase toda a certeza, temos mais condições de modificá-las, melhorá-las que nossos pais tiveram ou até mesmo sonharam.
Vale tentar, vale querer acertar para não deixar com que nossas falsas crenças nos deixem ter uma “meia vida”, porque isso não será bom pra ninguém e, principalmente, pra você que acabará arcando com um ônus muito alto.
Lembre que você não é o responsável pela infelicidade ou pela felicidade dos “outros”, quer sejam parentes, amigos ou afins.
Lembre-se também, a vida é sua e o responsável pela sua felicidade é VOCÊ. Só VOCÊ pode fazer com que ela seja leve e plena.
Revise suas crenças, seus conceitos. Sempre é tempo.
Um forte abraço,
Martha Daud
Eu lhes digo que não. Até mesmo porque fizeram o que de melhor tinham dentro de si e o fizeram na expectativa de que seriamos melhores do que eles.
Transmitiram, passaram, incutiram o que conheciam e acreditavam.
E será que é o mais correto? O mais garantido? Muito provavelmente não. Mas claro não houve intenção, por isso não há o “dolo”. Fizeram, e eu repito aqui o que lhes era o mais correto possível dentro das regras vigentes da sociedade na qual viviam, o mais correto dentro das crenças que tinham, porque é ela (a crença) que nos direciona, nos movimenta e se assim é, porque então não realinharmos as nossas crenças àquelas que aprendemos, afinal de contas e com quase toda a certeza, temos mais condições de modificá-las, melhorá-las que nossos pais tiveram ou até mesmo sonharam.
Vale tentar, vale querer acertar para não deixar com que nossas falsas crenças nos deixem ter uma “meia vida”, porque isso não será bom pra ninguém e, principalmente, pra você que acabará arcando com um ônus muito alto.
Lembre que você não é o responsável pela infelicidade ou pela felicidade dos “outros”, quer sejam parentes, amigos ou afins.
Lembre-se também, a vida é sua e o responsável pela sua felicidade é VOCÊ. Só VOCÊ pode fazer com que ela seja leve e plena.
Revise suas crenças, seus conceitos. Sempre é tempo.
Um forte abraço,
Martha Daud
* Texto originalmente publicado em 20/06/09.



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